Tudo acaba por ser interessante se o contemplarmos durante tempo suficiente.

Gustave Flaubert

Gustave Flaubert

Profissão: Romancista
Nacionalidade: Francês

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Quanto mais próximas lhe ficavam as coisas, mais o seu pensamento se afastava delas.

A moral da arte reside na sua própria beleza.

Não escolhemos o assunto (...) o segredo das obras-primas está aí, na concordância do assunto e do temperamento do amor.

Pode fazer-se tudo, salvo fazer sofrer os outros: eis a minha moral.

A mulher é um animal vulgar do qual o homem formou um ideal belo demais.

O artista deve fazer com que a posteridade pense que ele não existiu.

O amor é um modo de viver e de sentir. É um ponto de vista um pouco mais elevado, um pouco mais largo; nele descobrimos o infinito e horizontes sem limites.

Cheguei à firme convicção de que a vaidade é a base de tudo, e de que finalmente o que chamamos de consciência é apenas a vaidade interior.

Depois de tudo, o trabalho é o melhor meio de escamotearmos a vida.

O cúmulo do orgulho é desprezar-se a si próprio.

As felicidades futuras, como as praias dos trópicos, projetam, na imensidade que as precede, as suas molezas nativas, brisas perfumadas; e nós nos entorpecemos na sua languidez, sem mesmo nos importarmos com o horizonte que não avistamos ainda.

Cuidado com a tristeza. Ela é um vício.

A gente não escolhe o próprio assunto. Eis o que o público e os críticos não entendem. O segredo das obras-primas está nisso, na concordância do assunto com o temperamento do autor.

As obras que não nos abalam o coração afastam-se, segundo me parece, da verdadeira finalidade da arte. É sempre muito agradavél, no meio das tantas desilusões da vida, podermos reportarmo-nos pelo espírito a nobres caracteres, a afeições puras, a quadros de ventura.