Aquele que ousa perder uma hora de seu tempo não sabe o valor da vida."

Charles Darwin

Charles Darwin

Profissão: Cientista
Nacionalidade: Britânico

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Se eu tivesse minha vida para viver de novo, eu teria feito uma regra de ler alguma poesia e ouvir música pelo menos uma vez a cada semana.

A idéia de um Criador universal e beneficente não parece surgir na mente do homem, até que ele tenha sido elevado pela exposição continuada à cultura.

O universo é um mutante de erros dos quais a vida apareceu.

Não vejo razão alguma para que as opiniões desenvolvidas neste volume firam o sentimento religioso de quem quer que seja.

Na história da humanidade (e dos animais também) aqueles que aprenderam a colaborar e improvisar foram os que prevaleceram.

Quando se afirmou pela primeira vez que o Sol é imóvel e que a Terra gira em torno dele, o senso comum da humanidade declarou falsa doutrina; mas o velho ditado "Vox populi, vox Dei", como todo o filósofo sabe, não se admite em matéria científica.

Se a miséria dos pobres não é causada pelas leis da natureza, mas pelas instituições, é grande o nosso pecado.

A ignorância gera mais frequentemente confiança do que o conhecimento: são os que sabem pouco, e não aqueles que sabem muito, que afirmam de uma forma tão categórica que este ou aquele problema nunca será resolvido pela ciência.

O homem pode produzir grandes alterações nos seus animais domésticos e nas suas plantas cultivadas, acumulando as diferenças individuais numa dada direção; a seleção natural pode obter os mesmos resultados, mas muito mais facilmente, porque a sua ação pode prolongar-se por um lapso de tempo mais considerável.

O homem ainda traz em sua estrutura fisica a marca indelével de sua origem primitiva.

O amor por todas as coisas vivas, é o mais nobre atributo de um homem.

Não sobrevive a espécie mais forte, mas a que se adapta à mudança.

Por natureza, entendo somente a ação combinada e os resultados complexos de um grande número de leis naturais; e, por leis, a série de fatos que temos reconhecido.

Não nos surpreendemos com a raridade de uma espécie, mas ficamos chocados com o seu desaparecimento; é como admitir que a doença é o prelúdio da morte e não se sentir surpreso diante da doença, mas apenas com a morte da pessoa doente, não atribuindo o falecimento ao mal de que ela sofria, mas a algum ato desconhecido de violência.