Morrer não é acabar, é a suprema manhã.

Victor Hugo

Victor Hugo

Profissão: Autor
Nacionalidade: Francês

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O homem morre quando Deus faz uma dobra na ponta do livro. A morte é beijo da boca sepultura: procura proceder bem, corta um farrapo de uma boa acção durante a rugidora noite, e este será o teu sudário no seio da terra. A morte é a exaltação da verdade.

Há certas descidas ao fundo do abismo que retiram um homem do meio dos vivos.

Um raio de sol horinzontal iluminava o rosto de Cosette, que dormia com a boca ligeiramente aberta, tendo o aspecto de um anjo a beber luz.

As ilusões sustentam a alma como as asas sustentam o pássaro.

A vida é uma longa despedida de tudo aquilo que a gente ama.

Quando um homem cai na desgraça, a imaginação dos outros homens fabrica sempre provas de seus imaginários crimes.

Ao mesmo tempo que fora de nós há um infinito não há outro dentro de nós? Esses dois infinitos (que horroroso plural!) não se sobrepõem um ao outro? Não é o segundo, por assim dizer, subjacente ao primeiro? Não é o seu espelho, o seu reflexo, o seu eco, um abismo concêntrico a outro abismo?

Somos pela religião contra as religiões.

Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã.

A ninguém faltam forças; o que falta a muitos é vontade.

A prudência dos cobardes assemelha-se à luz das velas; ilumina mal, porque treme.

Não fazer nada é a felicidade das crianças e a infelicidade dos velhos.

Aceita-se a massa do infortúnio, a poeira não.

A sobriedade é uma qualidade quando o indivíduo possui outras.