Um marido, como um governo, nunca deve confessar os seus erros.

Honoré De Balzac

Honoré De Balzac

Profissão: Romancista
Nacionalidade: Francês

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Talvez o amor seja apenas o reconhecimento do prazer.

Não há dor que o sono não possa vencer.

A dor depôs sobre a fisionomia dessa mulher um véu de tristeza, uma nuvem que não se dissipou se não na idade terrível em que a mulher começa a lamentar os anos passados sem os haver gozado, em que vê suas rosas fanarem, em que os desejos de amor renascem na ânsia de prolongar as últimas esperanças da juventude.

Os hábitos da juventudo voltam com mais força na velhice. Séchard confirmava essa lei moral: quanto mais envelhecia, mais gostava de beber.

O que está faltando? Um nada, mas um nada que é tudo. Vocês têm a aparência da vida mas não expressam o seu excesso transbordante, esse não sei o quê que talvez seja a alma e que flutua enevoadamente sobre o invólucro[...]

Não existem grandes talentos sem grande vontade.

Quando todo o mundo é corcunda, o belo porte torna-se a monstruosidade.

Censuram-se severamente defeitos à virtude, ao passo que se não poupa indulgência para as qualidades do vício.

O olhar de um homem acostumado a tirar de seus capitais um juro enorme adquire necessariamente, como o do libertino, o do jogador ou o do cortesão, certos hábitos indefiníveis, movimentos furtivos, ávidos, misteriosos, que não escapam aos correligionários. Essa linguagem constitui de certo modo a maçonaria das paixões.

Não existe um grande talento sem uma grande força de vontade.

O poder não consiste em bater muito ou muitas vezes, mas em acertar em cheio.

Uma das infelicidades a que estão sujeitas as grandes inteligências é a de compreender forçosamente todas as coisas, tanto os vícios como as virtudes.

Nas grandes crises, o coração parte-se ou endurece.

Tudo era ele.