Poucos lamentam ter falado pouco,mas muitos lamentam ter falado demasiado.

Jean de la Bruyere

Jean de la Bruyere

Profissão: Filósofo
Nacionalidade: Francês

Sugestões para você :

Não há no coração da gente moça amor tão violento ao qual a ambição ou o interesse sejam estranhos.

É das dificuldades que nascem os milagres.

O homem sensato evita às vezes o mundo, com medo de se aborrecer.

Há tanta fraqueza em fugir à moda como em afectá-la.

É preciso rirmos antes de sermos felizes, sob pena de morrermos antes de ter rido.

Enganam-nos as aparências de satisfação, calma e cordialidade, fazendo-nos supor uma paz que não existe; poucas há que ganham em ser aprofundadas.

A falsa modéstia é o último requinte da vaidade.

É grande miséria não ter bastante inteligência para falar bem, nem bastante juízo para se calar.

Os que fazem bem são os únicos que mereceriam ser invejados, se não houvesse ainda uma mais vantajosa solução, que é fazer melhor que eles.

Um homem desigual não é um homem só, são muitos; multiplica-se tantas vezes quantos os seus gostos, e de maneiras diferentes. É a cada momento o que não era, e vai ser em breve o que nunca foi: sucede-se a si mesmo.

Aqueles que gastam mal o seu tempo são os primeiros a queixar-se da sua brevidade.

Surpreende-nos encontrar no coração de algumas mulheres um sentimento mais ardente de que o amor, quero dizer, a ambição e o jogo; tais criaturas tornam os homens castos, e têm do sexo a que pertencem apenas os vestidos.

A impossibilidade de provar que Deus não existe, é a melhor prova de sua existência.

Até mesmo os homens honestos precisam de patifes à sua volta. Existem coisas que não se podem pedir às pessoas honestas para fazerem.