O conhecimento é limitado, só a estupidez é ilimitada.

Arthur Schopenhauer

Arthur Schopenhauer

Profissão: Filósofo
Nacionalidade: Alemão


O conhecimento é limitado, só a estupidez é ilimitada. Arthur Schopenhauer

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Numa certa fase da vida, os homens têm demais, e no fim, muito pouco. (...) passam a metade da vida lidando com putas e a outra metade sendo cornos.

O homem é propriamente falando, um animal que agride.

O que, em última instância, importa para o nosso bem-estar é aquilo que preenche e ocupa a consciência. No geral, toda a ocupação puramente intelectual proporcionará, ao espírito capaz de executá-la, muito mais do que a vida real com as suas alternâncias constantes entre sucesso e fracasso, acompanhados de abalos e tormentos.

Guardemo-nos de erguer a felicidade da nossa vida sobre um «amplo fundamento», exigindo muito dessa felicidade: pois, estando apoiada sobre tal base, ela desaba mais facilmente, já que oferece muito mais oportunidades para acidentes, que não tardam em faltar.

O dinheiro é a coisa mais importante do mundo. Representa: saúde, força, honra, generosidade e beleza, do mesmo modo que a falta dele representa: doença, fraqueza, desgraça, maldade e fealdade.

O desejo sexual, sobretudo quando se concentra na paixão, fixando-se numa determinada mulher é a quintessência de todas as fraudes desse nobre mundo; isso porque promete indizivelmente, infinitamente e extraordinariamente muito e cumpre miseravelmente pouco.

Quem não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.

A honra refere-se às qualidades que todos podem atribuir a si mesmos publicamente; a glória, àquelas que ninguém pode atribuir a si mesmo.

Se na hora de uma necessidade os amigos são poucos? Ao contrário! Basta fazer uma amizade com alguém para que, logo que este se encontre numa dificuldade, pedir dinheiro emprestado.

Portanto, com a mesma certeza pela qual a pedra cai para a terra, o lobo faminto enterra suas presas na carne de sua vítima, alheio ao fato de que ele próprio é tanto o destruidor como o destruído.

Em todas as coisas e ocasiões, o indivíduo frui, em primeiro lugar, apenas a si mesmo. Isto já vale para os deleites físicos e muito mais para os intelectuais.

Quanto menos inteligente um homem é, menos misteriosa lhe parece a existência.

Não entendo como o homem pode amar a mulher, um ser inferior, de ancas largas, ombro estreito, cabelos grandes porque a mente é curta.

Sem resistência, não há progresso. Sem sombras, não há luz.