O coração tem razões que a Razão desconhece.

Blaise Pascal

Blaise Pascal

Profissão: Cientista
Nacionalidade: Francês

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Esta covardia mole e tímida que não deixa nem ver, nem seguir a verdade.

Uma vez que não podemos ser universais e saber tudo quanto se pode saber acerca de tudo, é preciso saber-se um pouco de tudo, pois é muito melhor saber-se alguma coisa de tudo do que saber-se tudo apenas de uma coisa.

A natureza detesta o vazio.

É uma doença natural no homem acreditar que possui a verdade.

Palavras amáveis não custam nada e conseguem muito.

Quando considero a duração mínima da minha vida, absorvida pela eternidade precedente e seguinte, o espaço diminuto que ocupo, e mesmo o que vejo, abismado na infinita imensidade dos espaços que ignoro e me ignoram, assusto-me e assombro-me de me ver aqui e não lá. Quem me pôs aqui? Por ordem de quem me foram destinados este lugar e este espaço?

Quando estamos de boa saúde, admiramo-nos de como seria possível estarmos doentes; quando isso acontece, medicamo-nos alegremente.

Jamais vivemos, mas esperamos viver; e, dispondo-nos sempre a ser felizes, é inevitável que jamais o sejamos.

Os olhos são os intérpretes do coração, mas só os interessados entendem essa linguagem.

A coisa mais importante para toda a vida é a escolha da profissão: quanto a isso, só o acaso dispõe.

A nossa dignidade consiste no pensamento. Procuremos pois pensar bem. Nisto reside o princípio da moral.

Apenas acredito nas histórias cujas testemunhas estivessem dispostas a deixar-se degolar.

O melhor livro de moral é a nossa consciência. Temos que consultá-lo muito frequentemente.

O amor é cego, a amizade fecha os olhos.