As dívidas são bonitas nos moços de vinte e cinco anos; mais tarde, ninguém lhas perdoa.

Honoré De Balzac

Honoré De Balzac

Profissão: Romancista
Nacionalidade: Francês

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A dor enobrece as pessoas mais vulgares, porque ela tem a sua grandeza, e, para receber o seu brilho, basta ser verdadeira.

Talvez o amor seja apenas o reconhecimento do prazer.

O interesse e o talento são os únicos conselheiros conscientes e lúcidos.

Seus olhos cinzentos conservavam o brilho mesmo na embriaguês.

Existem, com efeito, certas sensações incompreendidas que devem ser guardadas em nós mesmos. Certamente que um pôr-de-sol é um grande poema, mas não será ridículo para uma mulher descrevê-lo com palavras grandiloquentes diante de criaturas materialistas?

Nas grandes crises, o coração parte-se ou endurece.

Oh! Gritarei a verdade mesmo no meu silêncio.

Os ricos pretendem não se admirar com nada, e reconhecem, à primeira vista, numa obra bela o defeito que os dispensará da admiração, um sentimento vulgar.

Ninguém ousa dizer adeus aos seus próprios hábitos. Muitos suicidas detiveram-se no limiar da morte ao pensar no café onde vão todas as noites jogar a sua partida de dominó.

Nunca devemos julgar as pessoas que amamos. O amor que não é cego, não é amor.

O que há de mais belo na vida são as ilusões da vida.

Um marido, como um governo, nunca deve confessar os seus erros.

Os avarentos não crêem numa vida por vir, para eles o presente é tudo.

Já deserdado de todo o afeto, não podia mostrar a minha estima a ninguém, e, contudo, a natureza me fizera sensível! Haverá um anjo que recolha os suspiros desta sensibilidade incessantemente repudiada?