Que nunca pelo Bem se faça o Mal, pois é esse o único pecado mortal.

Pedro Chagas Freitas

Pedro Chagas Freitas

Profissão: Autor
Nacionalidade: Português

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O amor ou é salvação ou não tem salvação possível.

A vida é um longo apagamento.

Se queres encontrar um intelectual de verdade, não o procures em espaços de cultura. Não: o intelectual tem, quase sempre, fobia a misturar prazer com trabalho.

Qualquer um sabe mexer-se; mas são raros o que sabem mexer-se no sentido certo.

Fechamos os olhos para vermos o que sentimos, para que aquilo que nos consome tenha uma imagem, gostamos de ver com a emoção, há outra maneira de ver?

O amor pode muito bem ser apenas a impossibilidade de curar um mal, e depois obviamente curá-lo.

A diferença entre ser feliz e não ser feliz está na escolha das palavras, o mais feliz, aprendi num instante, é sempre aquele que diz melhor.

Tudo o que somos é pessoas e tudo aquilo de que precisamos é de pessoas. É quando a melancolia chega que percebemos que são as pessoas que nos salvam do abismo.

As coisas valem pouco mas significam tanto quando nos servimos delas para nos amarmos melhor.

As casas não servem para morar; as casas servem para amar.

A felicidade é o excesso na medida certa.

Nada é mal escrito quando se escreve o amor. Ou tem o amor inteiro ou não é poema nenhum.

A felicidade é uma rotina que se repete sempre diferente. Não fecha os olhos, não imagina o que um dia foi nem o que um dia será. Limita-se a sentir, no corpo, aquilo que nem a alma consegue digerir. Limita-se a sentir. A vida resume-se a sentir.

Somos criaturas de uma racionalidade tendenciosa, servimo-nos da razão para que a emoção aconteça.