O eu é odioso.

Blaise Pascal

Blaise Pascal

Profissão: Cientista
Nacionalidade: Francês

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As paixões, quando mandam em nós, são vícios.

A curiosidade não passa de vaidade. Na maior parte das vezes, apenas queremos saber para falar disso.

O rei está rodeado de pessoas que só pensam em diverti-lo e em impedi-lo de pensar em si mesmo. Porque, se pensa em si mesmo, é infeliz, por mais rei que seja.

Esta cobardia mole e tímida que não deixa nem ver, nem seguir a verdade.

Em amor um silêncio vale mais do que uma linguagem. É bom ficar sem palavras; há uma eloquência no silêncio que penetra mais do que a língua o conseguiria.

Jamais vivemos, mas esperamos viver; e, dispondo-nos sempre a ser felizes, é inevitável que jamais o sejamos.

Tudo o que é incompreensível, não deixa de o ser.

Quero crer que, se todos os homens soubessem o que dizem uns dos outros, não haveria quatro amigos neste mundo.

Fazer troça da filosofia, é, na verdade, filosofar.

Todos os mistérios do homem derivam de não ser capaz de sentar silenciosamente em uma sala isolado.

O silêncio é o maior dos martírios; nunca os santos se calaram.

Não é no espaço que devo procurar minha dignidade humana, mas na organização do meu pensamento. Não me fará bem possuir terras. Pelo espaço o Universo me agarra e me engole como uma partícula; pelo pensamento sou eu que o agarro.

Palavras amáveis não custam nada e conseguem muito.

Deixemos um rei sozinho, sem nenhuma satisfação dos sentidos, sem nenhuma preocupação do espírito, sem companhia, a pensar apenas em si mesmo; e ver-se-á que um rei sem divertimentos é um homem muito desgraçado.