Evitem o martírio! O sofrimento "pela verdade"! E até mesmo a defesa de si! Corrompe a inocência e a sutil neutralidade da sua consciência.

Friedrich Nietzsche

Friedrich Nietzsche

Profissão: Filósofo
Nacionalidade: Alemão

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O cristianismo deve sua vitória a essa desprezível adulação da vaidade pessoal. Conseguiu convencer exatamente todos os fracassados, os simpatizantes da insurreição, os mal sucedidos, todo o lixo e a escória da sociedade.

Quem quiser permanecer limpo entre os homens, deve aprender a banhar-se em água suja.

Os valores morais não podem deixar de ser valores aparentes, em confronto com os valores psicológicos.

O indivíduo, o 'indivisível', tal como o povo e o filósofo o entenderam até agora, é, no fim das contas, um erro: ele não é algo à parte, não é um átomo, não é um 'elo da corrente', não é algo meramente herdado de outrora - ele é a linha humana inteira que chega até ele e inclusive o ultrapassa...

Saber é compreendermos as coisas que mais nos convêm.

Nunca ceder ao arrependimento, e sim dizer imediatamente a si próprio: “isto significa juntar uma segunda estupidez à primeira”. Tendo-se feito um mal, cuide-se para fazer um bem.

Odiarmos a fraqueza... porquê? Na maioria das vezes, porque somos necessariamente fracos.

O que não me mata me fortalesce.

As próprias mulheres, no fundo de toda a sua vaidade pessoal, têm sempre um desprezo impessoal - pela mulher.

A nossa vaidade gostaria que o que fazemos melhor fosse considerado como aquilo que mais nos custa. Para explicar a origem de certas morais.

Estado chama-se o mais frio dos monstros. Mente também friamente, e eis que mentira rasteira sai da sua boca: "Eu, o Estado, sou o povo".

O pensador é antes de tudo dinamite, um aterrorizante explosivo que põe em perigo o mundo inteiro.

Pregadores da igualdade, assim a tirânica loucura de vossa impotência reclama em brados a 'igualdade'. Assim, por detrás das palavras de virtude se escondem vossos mais secretos desejos de tiranos!

Torna-te quem tu és.