É indiscutível que o homem gosta muito de construir e traçar caminhos; mas como acontece então que ele ame tão apaixonadamente a destruição e o caos?

Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski

Profissão: Autor
Nacionalidade: Russo

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Não há nada mais desesperador para o homem do que, vendo-se livre, encontrar a quem sujeitar-se.

Amar alguém significa ver essa pessoa como Deus a concebeu.

A alma dele é uma tempestade. A inteligência o prende. Há nele uma grande ideia e não resolvida. Ele é daqueles que não precisam de milhões, mas precisam resolver uma ideia.

É possível que o homem não ame senão o bem-estar. Não é possível que ele ame na mesma medida o sofrimento? Não é possível que o sofrimento lhe seja tão vantajoso quanto o o bem-estar? O homem põe-se por vezes a amar apaixonadamente o sofrimento; isso é um fato.

Às vezes o homem prefere o sofrimento à paixão.

Torne-se o sol e todos o avistarão. O dever do sol é existir, ser o que é!

Tudo isso provém de que eu não me respeito: mas aquele que se conhece pode se estimar, por pouco que seja?

Também está escrito: «Suporta com paciência e alegria as injúrias que caiam sobre a tua inocência; não percas a calma nem te enfades com quem te insulta.» Observemos a máxima.

Ai, se soubesse quantas vezes me apaixonei, só em imaginação!

Se queres vencer o mundo inteiro, vence-te a ti mesmo.

Não sei se Deus criou o Homem ou o homem criou à Deus.

A questão está na vida, apenas na vida - no seu descobrir-se, contínuo e eterno, e de maneira nenhuma na sua descoberta!

Meu Deus! Um momento de felicidade! Sim! Não será isso o bastante para preencher uma vida?

A tragédia e a sátira são irmãs e estão sempre de acordo; consideradas ao mesmo tempo recebem o nome de verdade.